Para o Natal, o meu presente, eu quero que seja...
Não, não quero A minha agenda... Suponho que, mais tarde ou mais cedo, a alma mater me dê uma agenda 2005/2006.
O que eu gostava de receber como presente é este artigo essencial, a que foi concedido o Prémio IgNobel da Economia 2005: o Clocky. Trata-se de um despertador que todas as manhãs, depois de lhe bater no snooze, se atira (qual lemingue) da mesinha de cabeceira abaixo, procurando um canto recôndito para se esconder, algures no quarto do seu feliz proprietário (que a essas horas deve ser um tipo muito especial de felicidade: a felicidade mal-humorada, mal-encarada, de quem está a acordar). Projecto de uma aluna de pós-graduação de uma escola de tecnologia, claro está.
É o mais próximo que posso ter do despertador ideal: alguma alminha caridosa e madrugadora que viesse ao meu quarto acordar-me pessoalmente. (Pelo menos nesse caso eu levanto-me de imediato. Conheço alguém que consegue ser chamado durante horas sem se levantar. Alguém que partilha boa parte da minha herança genética, dado que procede dos mesmos progenitores). Não havendo a alminha caridosa, terá de ser um despertador-quase-animal-de-estimação a fazê-lo, não vos parece?
Afinal, lá diz o povo: Deitar cedo e cedo erguer...

3 Comentários:
A minha relação com os despertadores é parecida... Como é que a humanidade aguentou antes de se inventar o "Snooze"?
Mas tenho uma dúvida, o despertador esconde-se e continua a tocar? Ou cala-se? É que se se calar eu só me levanto lá para o meio da manhã.
Já vi que tens por aqui muitos quizes interessantes. Mas agora não tenho tempo :-(
Beijinhos
Gabriel
Continua a tocar. Senão só a meio da manhã, concordo.
o despertador ainda não está no mercado... há que esperar...
Enviar um comentário
Subscrever Enviar feedback [Atom]
<< Página inicial